▸ Para CFOs, controllers e times fiscais
A reforma vai mexer no seu caixa antes de mexer no seu ERP.
Empresas médias e grandes vão atravessar a transição 2026–2033 com ERP legado, múltiplas filiais e contratos longos. Você sobe balanço/DRE, XML das NF-e de entrada, contratos e SPED; a LIFF/tax extrai e lê o impacto da reforma em quatro eixos — antes de virar caixa.
▸ diagnóstico
O que pesa hoje.
01
Múltiplas verdades, nenhuma bate
ERP diz uma coisa. XML diz outra. O banco mostra um terceiro número. A apuração do contador chega no quarto. Você fecha o mês reconciliando depois — e descobre divergência velha demais para corrigir.
02
Margem real é um mistério até a apuração
Você vende a R$ 100 e recebe a R$ 87. Em 2027, com split payment, esse delta passa a depender de regime, classificação, crédito e modalidade de extinção. Margem por SKU vira pergunta sem resposta confiável.
03
Crédito tributário parado vira capital travado
Crédito de IBS e CBS são segregados por lei — não se compensam. Quem não gerencia separadamente, deixa caixa parado no Fisco enquanto paga juros no banco.
04
Seu ERP foi parametrizado para o regime que vai acabar
Cadastros, CFOPs, tributações, gatilhos: tudo foi pensado para PIS/Cofins, ICMS e ISS. Reparametrizar leva meses; identificar o que reparametrizar leva o tempo de uma autuação.
▸ como liff responde
Como LIFF responde.
Diagnóstico
01Simulação a partir dos documentos que você sobe
Balanço/DRE, XML das NF-e de entrada, contratos e SPED entram no motor. Saem: impacto da reforma em quatro eixos, por tipo de contraparte, com premissas explícitas.
liff/TaxOpsOperação
02Sem trocar de ERP — você sobe os arquivos
NF-e e SPED por parser determinístico; contratos e balanço por LLM. A LIFF/tax estrutura tudo num dossiê da empresa, sem integração com o ERP na V1.
liff/TaxOpsProjeção
03Contrato, preço e caixa
Pontos de renegociação (piso e teto), recomposição de margem e impacto do split no capital de giro. Caixa projetado a partir dos seus números, não do stream bancário.
liff/Reconciliation▸ Um cenário curto
Uma distribuidora multi-UF com R$ 600M de receita anual opera com três ERPs herdados. Em 2027, o split payment passa a reter IBS e CBS na liquidação — em torno de 12% do valor bruto, com variação por operação e classificação. Sem LIFF, a empresa descobre o impacto consolidado no fechamento de janeiro. Com LIFF, em 2026 ela subiu balanço, XML das NF-e de entrada, contratos e SPED, viu o impacto da reforma lido em quatro eixos, renegociou três contratos de fornecimento e entrou em 2027 com uma projeção de caixa confiável.
▸ Próximo passo
Em 30 dias, mostramos o impacto real sobre suas notas reais.
Diagnóstico Reforma Tributária com dados da sua operação. Sem promessa genérica.